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PF e Receita Federal miram esquema de contrabando de vinhos; 9 mil garrafas foram apreendidas

Operações Bodegas, Estero, Perlage e Cédron cumpriu 18 mandados de busca e apreensão.



Agentes da Polícia Federal e da Receita Federal realizaram quatro operações, na manhã desta terça-feira (4), para desarticular esquema de comercialização de vinhos contrabandeados. As operações Bodegas, Estero, Perlage e Cédron visavam cumprir 18 mandados de busca e apreensão. Ao todo, 9 mil garrafas de vinhos contrabandeados, no valor estimado de R$ 3 milhões, foram apreendidas.


De acordo com as investigações, as empresas envolvidas atuavam no comércio eletrônico de vinhos contrabandeados, através de contas no Instagram ou pelo telefone celular, via WhatsApp. A Justiça determinou o bloqueio das redes sociais das empresas investigadas.

Os vinhos entravam irregularmente no Brasil e sem a autorização e controle do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Ainda segundo os agentes, há discrepância de preços nos valores de venda dos vinhos ofertados pelas empresas investigadas e aqueles praticados pelo mercado. Em média, os vinhos contrabandeados são vendidos pela metade do preço cobrado no mercado vinícola. A Receita Federal alerta que os vinhos importados regularmente devem possuir contrarrótulo em português indicando o nome do importador, registro deste no MAPA, nomenclatura de acordo com os padrões de identidade de qualidade, lista de ingredientes, identificação do lote, prazo de validade e graduação alcoólica.



 


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